és o que nunca ninguém foi para mim.


no tempo os corpos acabam por se aprender um ao outro.


no tempo os corpos acabam por se aprender um ao outro.


tu.
( p e r d e r o c o n t r o l o . )

tornar a fechar os olhos. não pensar.
neva sobre lisboa enquanto a nossa pele se funde no silêncio aconchegante do edredão. as pontas dos teus dedos à descoberta das minhas costelas flutuantes. é tão pouco o nexo das palavras que trocamos
.

tudo isto me parece agora distante como um sonho.
…talvez não tenha ainda aberto os olhos.